Oi gente! Devendo uma postagem já faz uns dias, né?
Não temos cozinhado muito ultimamente, já que o calor absurdo que faz nessa cidade não nos deixa chegar muito perto do fogão.
Essas fotos foram tiradas há um mês atrás, mas a dica ainda vale, porque esse lugar é uma delícia.
Quem me apresentou foi a queridíssima amiga Milena que, aliás, me apresenta várias coisinhas maravilhosas da zona sul.
É o primeiro restaurante vegetariano da zona sul de Porto Alegre, e o cardápio é sempre surpreendente.
Nesse dia fomos de:
A entrada vem assim:
E o prato principal dá pra escolher segundo a fome do dia.
Eu fui de reduzido.
Mas o guloso foi de reforçado. (ainda tem o normal)
O lugar é aconchegante, dá pra ficar na rua ou no ambiente climatizado.
Aí vai o serviço:
Restaurante Vegetariano Nataraj
RUA IETÉ, 454 TRISTEZA. PARALELA À DR. BARCELOS
FONE: 3312- 4959
A zona sul é realmente tudo de bom...
sábado, 28 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
do mercado de Beagá
É impressionante o quanto diferem costumes e hábitos de um estado para outro desse enorme e lindo país. Às vezes nem é tão evidente, mas está lá. Eu adoro o Mercado Público de Porto Alegre, e acho que ele diz muito sobre o gaúcho. Já conhecia o de Belo Horizonte, mas a cada visita a gente descobre coisas diferentes lá. A quantidade de canequinha de ágata espalhadas por várias banquinhas é de encher os olhos.
Tem de todos os tamanhos e cores. É claro que não resisti e comprei um joguinho com quatro vermelhinhas de tamanho médio. Daí o Paulo também se encantou e arrematou duas branquinhas pequenas. A diferença é que pensei no café, ele já quer beber um martelinho... Tudo bem, cada um usa como lhe convém.
E a quantidade de temperos?
Adoro! Mas assim, o que puder não ser em pó, melhor. Experimenta usar a noz moscada em pó e ralar na hora pra ver a diferença. O aroma e o sabor são muito mais intensos. O mesmo acontece com a pimenta, com o cravo, a canela...
E por último, a deliciosa descoberta da viagem: esse salgadinho de provolone. Na embalagem não tem maiores informações, mas é o provolone purinho, só tostadinho numa chapa. Perfeito!
Eu já tinha uma ótima impressão da cidade e do Mercado, mas agora que nela habita uma das pessoas que eu mais amo nessa vida, gosto mais ainda.
Um beijo pro alemão lindo que nos recebeu por dez dias. Um beijo pro meu grande amigo e do meu marido também. Um beijo pro cara que eu tenho o maior prazer em chamar de irmão.
Tem de todos os tamanhos e cores. É claro que não resisti e comprei um joguinho com quatro vermelhinhas de tamanho médio. Daí o Paulo também se encantou e arrematou duas branquinhas pequenas. A diferença é que pensei no café, ele já quer beber um martelinho... Tudo bem, cada um usa como lhe convém.
E a quantidade de temperos?
Adoro! Mas assim, o que puder não ser em pó, melhor. Experimenta usar a noz moscada em pó e ralar na hora pra ver a diferença. O aroma e o sabor são muito mais intensos. O mesmo acontece com a pimenta, com o cravo, a canela...
E por último, a deliciosa descoberta da viagem: esse salgadinho de provolone. Na embalagem não tem maiores informações, mas é o provolone purinho, só tostadinho numa chapa. Perfeito!
Eu já tinha uma ótima impressão da cidade e do Mercado, mas agora que nela habita uma das pessoas que eu mais amo nessa vida, gosto mais ainda.
Um beijo pro alemão lindo que nos recebeu por dez dias. Um beijo pro meu grande amigo e do meu marido também. Um beijo pro cara que eu tenho o maior prazer em chamar de irmão.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
arroz com alho poró e brócolis
Estavam pensando que eu comi o arroz do post abaixo? Mas é claro que não. Fiz a minha versão, mas achei que não ficaria muito bem batizá-la de arroz de china vegetariana e pobre.
Então, utilizei alho poró, que cortei em tirinhas finas e pus na panela com um fiozinho de óleo.
Gosto tanto, tanto do sabor do alho poró que preferi não acrescentar nem cebola, nem alho. Fui direto pra batata, uma pequena, e deixei um pouquinho só ela para em seguida acrescentar o arroz, meia xícara.
Daí foi só colocar uma xíc. de água quente e dar uma mexida. Optei por fazer como risoto, embora seja quase um crime não acrescentar vinho branco quando o arroz é feito assim.
Depois de mais uma xíc. de água, quando o arroz já estava mais inchadinho, foi a vez do brócolis picadinho. Vai no olho mesmo. Quanto de brócolis quiseres. Eu quis o suficiente para cobrir a panela. Misturei tudo e continuei o processo. Mais uma xíc. de água.
Depois da água ter secado e tudo estar cozido, cobri com bastante temperinho verde.
Ficou uma delícia! E rendeu muito também. Essas medidas servem duas pessoas tranquilamente.
Bom apetite!
Então, utilizei alho poró, que cortei em tirinhas finas e pus na panela com um fiozinho de óleo.
Gosto tanto, tanto do sabor do alho poró que preferi não acrescentar nem cebola, nem alho. Fui direto pra batata, uma pequena, e deixei um pouquinho só ela para em seguida acrescentar o arroz, meia xícara.
Daí foi só colocar uma xíc. de água quente e dar uma mexida. Optei por fazer como risoto, embora seja quase um crime não acrescentar vinho branco quando o arroz é feito assim.
Depois de mais uma xíc. de água, quando o arroz já estava mais inchadinho, foi a vez do brócolis picadinho. Vai no olho mesmo. Quanto de brócolis quiseres. Eu quis o suficiente para cobrir a panela. Misturei tudo e continuei o processo. Mais uma xíc. de água.
Depois da água ter secado e tudo estar cozido, cobri com bastante temperinho verde.
Ficou uma delícia! E rendeu muito também. Essas medidas servem duas pessoas tranquilamente.
Bom apetite!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
arroz de china pobre
Arroz de china pobre, pra mim, é todo arroz preparado com linguiça, só varia o restante dos ingredientes. O Paulo tem o hábito de colocar batata no dele. Foram três linguiças, uma cebola, dois dentes de alho, duas batatas médias, uma xíc. e meia de arroz.
A linguiça foi refogada na cebola, e logo depois o alho se juntou a eles.
Depois da cebola mudar de cor, acrescenta-se a batata.
Daí, depois de dar mais uma refogadinha, vai o arroz e, em seguida, três xícaras de água quente. Deixar em fogo baixo semi-tampada. Agora é só esperar a água secar e despejar muito, mas muito temperinho verde por cima.
essas medidas foram pensadas para três pessoas, mas servem quatro. Isso que os meninos comem super bem.
e bom proveito!
A linguiça foi refogada na cebola, e logo depois o alho se juntou a eles.
Depois da cebola mudar de cor, acrescenta-se a batata.
Daí, depois de dar mais uma refogadinha, vai o arroz e, em seguida, três xícaras de água quente. Deixar em fogo baixo semi-tampada. Agora é só esperar a água secar e despejar muito, mas muito temperinho verde por cima.
essas medidas foram pensadas para três pessoas, mas servem quatro. Isso que os meninos comem super bem.
e bom proveito!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
canelone
Não sabe o que cozinhar? Vai de canelone.
Adoramos. E o melhor é que não precisa quebrar a cabeça com ingredientes. Tem o clássico de presunto e queijo, mas já que não nem todos comem carne, dá pra fazer com o vegetal que tiver na geladeira. Já fizemos com brócolis, abobrinha, couve-flor, espinafre e tantos outros. O da vez foi de cenoura. Truque manjado, pois sempre funciona. Temperamos com alho e tempero pronto do potinho (usamos aquele sem conservantes, acidulantes e tantos antes que vêm escrito nos ingredientes de produtos prontos).
Não pode esquecer do queijo, que também pode ser o da tua preferência. Funciona com minas, ricota, mussarela, prato...
Daí é só dispor os ingredientes em cima da massa, enrolar e colocar numa fôrma ou pirex untado.
Eu sempre coloco por cima molho vermelho misturado com uma lata de creme de leite. Dessa vez foi só o molho, já que nem todos gostavam de creme de leite. Por último, polvilhar queijo ralado e levar ao forno por mais ou menos 30min.
Vamos postar a foto só pra constar mesmo, porque não gostamos do resultado visual, embora tenha ficado gostoso.
Feinho, né?
Prometemos fazer de novo e deixar bem bonito. Sim, porque o alimento tem que ser atraente ao olhar.
Ah, além de ser versátil nos ingredientes, também o é no acompanhamento. Dá pra comer só ele ou acompanhado de batata palha, ou salada de folhas verdes, ou o que mais vier na cabeça.
beijos
Adoramos. E o melhor é que não precisa quebrar a cabeça com ingredientes. Tem o clássico de presunto e queijo, mas já que não nem todos comem carne, dá pra fazer com o vegetal que tiver na geladeira. Já fizemos com brócolis, abobrinha, couve-flor, espinafre e tantos outros. O da vez foi de cenoura. Truque manjado, pois sempre funciona. Temperamos com alho e tempero pronto do potinho (usamos aquele sem conservantes, acidulantes e tantos antes que vêm escrito nos ingredientes de produtos prontos).
Não pode esquecer do queijo, que também pode ser o da tua preferência. Funciona com minas, ricota, mussarela, prato...
Daí é só dispor os ingredientes em cima da massa, enrolar e colocar numa fôrma ou pirex untado.
Eu sempre coloco por cima molho vermelho misturado com uma lata de creme de leite. Dessa vez foi só o molho, já que nem todos gostavam de creme de leite. Por último, polvilhar queijo ralado e levar ao forno por mais ou menos 30min.
Vamos postar a foto só pra constar mesmo, porque não gostamos do resultado visual, embora tenha ficado gostoso.
Feinho, né?
Prometemos fazer de novo e deixar bem bonito. Sim, porque o alimento tem que ser atraente ao olhar.
Ah, além de ser versátil nos ingredientes, também o é no acompanhamento. Dá pra comer só ele ou acompanhado de batata palha, ou salada de folhas verdes, ou o que mais vier na cabeça.
beijos
sábado, 7 de janeiro de 2012
vai um pão quentinho?
Parece até piada o comentário que vou fazer depois de postar a sobremesa do meu irmão, mas se tem duas coisas que ele faz muitíssimo bem é pão e macarrão. A massa do macarrão. Aquela de fazer a massa, esticar no muque, cortar, deixar descansando e tals. É tudo de bom. Mas esse post trata do pão, que ele faz rapidinho, quase no olho. Nem deu tempo de fotografar o processo. :(
A receita?
400gr de farinha de trigo
1/2 pacotinho de fermento biológico seco
200ml de água morna
1cl de sopa de açúcar
1cl de sopa de óleo
1cl de chá de sal.
Misturar a água com o fermento e o açúcar e deixar inflar. Acrescentar os outros ingredientes à mistura, sendo por último o sal, e sovar, sovar, e sovar.
deixar a massa descansar por 1h, bem coberta, em uma fôrma untada. Assar em forno médio até a casquinha ficar morena.
A nossa sugestão é comer quentinho, só com manteiga por cima. Mas, né? Fica a critério do leitor.
beijim (de Beagá).
A receita?
400gr de farinha de trigo
1/2 pacotinho de fermento biológico seco
200ml de água morna
1cl de sopa de açúcar
1cl de sopa de óleo
1cl de chá de sal.
Misturar a água com o fermento e o açúcar e deixar inflar. Acrescentar os outros ingredientes à mistura, sendo por último o sal, e sovar, sovar, e sovar.
deixar a massa descansar por 1h, bem coberta, em uma fôrma untada. Assar em forno médio até a casquinha ficar morena.
A nossa sugestão é comer quentinho, só com manteiga por cima. Mas, né? Fica a critério do leitor.
beijim (de Beagá).
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
ano novo!
Esse final de ano foi lindo! Depois de um excelente Natal, a virada de ano foi em Beagá, com meu irmão e a noiva dele. Confesso que já estou morrendo de saudade dos meus pais, que não vejo já deve fazer quase dois meses, mas logo, logo dou um jeito nisso. (preparem-se os dois, pois vou pra casa de vocês de malinha)
A gente conseguiu fazer uma ceia a oito mãos. Cada um fez um pedaço. A função começou na noite anterior, quando o Paulo temperou o pernil com alho, vinagre, sal, cebola, salsa, manjericão, cebolinha e, no dia 31, foi para o forno por duas horas. 1h30min coberto por papel alumínio, bem empacotado, e 30min sem o papel, regando com o que restou do tempero (aquele preparado na noite anterior). Depois foi só deixar o mesmo tempo descansando. Eu fiquei encarregada das batatas, que cozinhei em água, depois parti em pedaços e acrescentei cebolinha, ovo cozido, maionese, e do arroz, que foi feito com cenoura, temperinho verde e amendoim, comprado torrado já. A Lu fez a farofa com manteiga. Aliás, o que é que fica ruim com manteiga, hein?
E o Arthur fez a sobremesa: Torta de bis! A receita é da mãe, e ele a-d-o-r-a esse doce.
Que se faz levando ao fogo uma lata de leite condensado, uma lata de creme de leite e três gemas.
Mexer bem até desgrudar do fundo da panela. Esperar esfriar um pouquinho. O tempo de cortar o bis em pedacinho. Depois misturar tudo e levar à geladeira.
Ficou uma delícia!
Daí, lá pelas tantas, alguém perguntou pela lentilha... E não é que a gente esqueceu? Sem problemas, afinal, superstição melhor é a de estar com quem se ama.
A gente conseguiu fazer uma ceia a oito mãos. Cada um fez um pedaço. A função começou na noite anterior, quando o Paulo temperou o pernil com alho, vinagre, sal, cebola, salsa, manjericão, cebolinha e, no dia 31, foi para o forno por duas horas. 1h30min coberto por papel alumínio, bem empacotado, e 30min sem o papel, regando com o que restou do tempero (aquele preparado na noite anterior). Depois foi só deixar o mesmo tempo descansando. Eu fiquei encarregada das batatas, que cozinhei em água, depois parti em pedaços e acrescentei cebolinha, ovo cozido, maionese, e do arroz, que foi feito com cenoura, temperinho verde e amendoim, comprado torrado já. A Lu fez a farofa com manteiga. Aliás, o que é que fica ruim com manteiga, hein?
E o Arthur fez a sobremesa: Torta de bis! A receita é da mãe, e ele a-d-o-r-a esse doce.
Que se faz levando ao fogo uma lata de leite condensado, uma lata de creme de leite e três gemas.
Mexer bem até desgrudar do fundo da panela. Esperar esfriar um pouquinho. O tempo de cortar o bis em pedacinho. Depois misturar tudo e levar à geladeira.
Ficou uma delícia!
Daí, lá pelas tantas, alguém perguntou pela lentilha... E não é que a gente esqueceu? Sem problemas, afinal, superstição melhor é a de estar com quem se ama.
domingo, 1 de janeiro de 2012
natal
Não é sem motivo que meu marido gosta de cozinhar, já que quem comanda as panelas nas bandas do Cassino é meu sogro. Lá o povo faz ajuntamento na volta da mesa da cozinha, seja hora da refeição ou não. Sempre tem motivo pra passar mais um café.
Me sinto mimadíssima toda vez que vou pra lá (já avisei que vou ficar mal acostumada, mas parece que ele não liga) porque sempre tem comidinhas especiais pra mim, isso que sempre aviso que como o carboidrato e a salada, que não precisa se preocupar e blá blá blá. Mas é praia, peixe sempre à disposição, eu é que não vou reclamar da tainha maravilhosa que ele preparou pra mim. de novo sem receita, eu sei. mas tava tão bonita a carne de porco e a torta fria de camarão, que tenho que dividir. Na torta, pra não ficar com o sabor acentuado da maionese, meu sogro misturou iogurte.
Confere o visu:
e essa:
O arroz ao fundo tinha cenoura e brócolis e, mais ao fundo ainda, pêssego em calda sem açúcar, porque o povo de lá tem que segurar a glicose.
As fotos são do Gustavo Gerundo, meu talentosíssimo cunhado.
Espero que todos tenham tido um Natal maravilhoso, tanto quanto foi o meu. Afinal, tem coisa melhor do que se sentir em casa na casa dos outros?
beijinhos
Me sinto mimadíssima toda vez que vou pra lá (já avisei que vou ficar mal acostumada, mas parece que ele não liga) porque sempre tem comidinhas especiais pra mim, isso que sempre aviso que como o carboidrato e a salada, que não precisa se preocupar e blá blá blá. Mas é praia, peixe sempre à disposição, eu é que não vou reclamar da tainha maravilhosa que ele preparou pra mim. de novo sem receita, eu sei. mas tava tão bonita a carne de porco e a torta fria de camarão, que tenho que dividir. Na torta, pra não ficar com o sabor acentuado da maionese, meu sogro misturou iogurte.
Confere o visu:
e essa:
O arroz ao fundo tinha cenoura e brócolis e, mais ao fundo ainda, pêssego em calda sem açúcar, porque o povo de lá tem que segurar a glicose.
As fotos são do Gustavo Gerundo, meu talentosíssimo cunhado.
Espero que todos tenham tido um Natal maravilhoso, tanto quanto foi o meu. Afinal, tem coisa melhor do que se sentir em casa na casa dos outros?
beijinhos
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